TODO PODER AO SINDIGATO!

Olhá lá pessoar! O sindigato no final do CODIR falando sobre a “participação dos servidores em atividades sindicais”. Nada mais que justo!  “Há que se defender o direito de organização dos trabalhadores!” brada algum barbudo na reunião.
Mas esperemos…
E não esqueçamos!
Estamos
no IFPR!
Daqui a pouco surge uma comissão gestão-sindigato (o que, no atual contexto, é o mesmo que dizer gestão-gestão, visto que não há como diferenciar um do outro, ou há?) para criar uma regulamentação da participação de servidores em atividades sindicais (em especial de diretores sindicais). Uma comissão que trabalha muito calma (e quietamente), com uma proposta, uma minuta sigilosa (que nem acesso a informação quebra o sigilo!), e que, do nada, passa a valer. Também muito justo. Justíssimo! É preciso que – respeitando o direito de organização dos trabalhadores do setor público – tudo esteja claro e transparente para o público. 
Mas esperemos…
E não esqueçamos!
Estamos
no IFPR!
Aguardemos, o teor de tudo isto. Pode surgir algo (um monstrengo) para salvar diretores do sindigato que ficaram (ou ficam) anos sem trabalhar, e para criar uma resolução que beneficiará só o sindigato, o sindicato-gestão. Afinal, se for do sindigato o diretor “sindigal” ganha no mínimo quatro anos sem trabalhar. Agora, se for de sindicato independente, ai tem que ver né amigo… “para você nem quatro minutos!”. “Há que se defender o direito de organização dos trabalhadores!, mas… só de alguns trabalhadores”. Ou, na lógica orwelliana: “todos são trabalhadores, mas alguns são mais trabalhadores que outros!”. 
É bem provável que saia uma instrução normativa, um regulamento, que só valha para o sindigato, o puxadinho da gestão, em prejuízo de entidades e diretores sindicais independentes, sem rabo preso ou rabo de palha!
OBS: quando da colocação em notícia no site do SINDIEDUTEC de que este participaria da próxima reunião do CODIR para apresentar algo sobre a “participação dos servidores em atividades sindicais” solicitei que nós (SINASEFE IFPR-CMC) fossemos incluídos na reunião (que inclusive ocorreu em campus em que há dois diretores da seção), visto que, o assunto também é de nosso interesse, e dado que na administração pública qualquer assunto deve ser tratado de maneira isonômica, imparcial, impessoal e igualitária. Mas, esperar isto de gestões do IFPR (não só desta, como das anteriores) é pedir muito.
Tudo se baseia na velha forma coronelista do compadrio: Tudo aos amigos! Aos inimigos não a lei, mas injustiça e o arbítrio!
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